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Publicado por Marketing Farmarcas • 15 de dezembro de 2016

Quais cuidados a farmácia deve tomar ao baixar o preço dos medicamentos?

Que o preço é um dos principais pontos que atraem os consumidores para uma farmácia é certo, e há diversas pesquisas e estudos que apontam isso. Contudo, praticar preços muito baixos desordenadamente, pensando que será a garantia do sucesso, é um grande erro na concessão de descontos de medicamentos.

Algumas perguntas sempre ficam na cabeça do farmacêutico: “o preço cobrado pelo produto é adequado? Por que existem distorções enormes em preços de medicamentos? O que leva uma farmácia a cobrar valores baixíssimos? Quais os riscos? ”. Para todas as questões, a resposta está na formação de preço de produto e serviço.

A definição do preço é uma questão estratégica, devendo ser consequência da escolha do estilo de negócio da farmácia, que pode ser de apelo popular, ou seja, com preços baixos ou optar pelo modelo convencional, no qual se oferece outros serviços. Independentemente dos casos, é necessário ter disciplina, foco e informação.

Para as farmácias associadas à Farmarcas, esse assunto é tratado de maneira especial, que possibilita a redução de custos e proporciona resultados significativos na obtenção nos melhores preços de medicamentos do mercado.

Formatar não é só calcular

É normal refletir sobre o preço dos produtos e questionar se suas estratégias de preços estão corretas. Para solucionar essas questões, existem fórmulas das mais variadas que encontram o preço a ser cobrado. Por mais que valham a pena, elas são somente um dos fatores na formação do preço. Antes de diminuir os valores, diversos cuidados são necessários.

Aprenda a valorizar o cliente. Preço baixo não é mais um diferencial

Defina seus objetivos

 Na formação do preço dos medicamentos, o empresário deve passar por alguns passos básicos para encontrar os valores dos medicamentos, de forma que se adeque à realidade. O primeiro passo é a definição do objetivo que pretende atingir com o valor que será praticado.

Depois disso, é necessário pensar na demanda, analisando quanto os consumidores irão comprar a preços diferentes. Nesse ponto, se estabelece o teto para o valor que pode ser cobrado, isso porque cada preço resulta em um nível diferente de demanda e, portanto, tem um impacto diferente nos objetivos.

 Cuidado com os custos

Em uma farmácia, deve-se ter na ponta do lápis os custos, tanto os fixos quanto os variáveis. Os fixos são a compra dos produtos a serem comercializados, mão de obra direta (incluindo encargos) e manutenção da empresa. Já os custos variáveis são impostos, comissão sobre receita e alguns gastos com imprevistos.

Análise dos concorrentes

Com os números dos custos, é preciso também ter atenção com a análise dos concorrentes. Uma farmácia deve se ater à análise do preço do “vizinho”. Outro ponto são comparações das ofertas e valores agregados. Com essa base, é possível definir se irá cobrar mais, o mesmo ou menos que o concorrente.

Enfim, a definição partirá da análise dos primeiros passos. Assim, se forma a base da formação, o que mostra que a determinação do preço leva em conta diversos critérios que diferenciarão o sucesso ou o fracasso das ações de uma empresa. Normalmente, as empresas que calculam seus preços a partir apenas de uma das variáveis apresentadas, ou deixam de ganhar ou perdem mercado.

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